O controle de pragas em indústrias farmacêuticas têm se tornado uma medida cada vez mais essencial, seja para garantir a segurança e a qualidade dos medicamentos produzidos, quanto para atender a um mercado cada vez mais exigente.

Pragas como insetos, roedores e microorganismos podem comprometer a integridade dos produtos, colocando em risco a saúde dos consumidores e causando prejuízos financeiros para as empresas. Para evitar esses problemas, a Anvisa estabelece normas rigorosas que devem ser seguidas pelo setor farmacêutico, e te contamos tudo sobre isso abaixo.

Importância do controle de pragas em hospitais

As pragas em ambientes hospitalares representam ameaças diretas à saúde, pois podem transmitir doenças, provenientes de roedores, baratas e moscas, que carregam bactérias como Salmonella e Escherichia coli, além de vírus e parasitas.

Com isso, o cenário resultante é de grande comprometimento da higiene hospitalar, afetando recursos básicos como alimentos e água, além de superfícies e equipamentos médicos.

Outro problema proveniente de pragas é o aumento do risco de infecções hospitalares, que pode acontecer de forma cruzada, por meio do contato direto com as pragas ou suas fezes.

 


Pragas mais comuns em
ambientes hospitalares

Antes de falarmos sobre os métodos de controle de pragas em hospitais, é importante entender antes quais são, dentre as diversas pragas urbanas, as mais comuns e as que afetam mais cada ambiente. Quanto a isso, podemos destacar algumas como:

  • Baratas: vetores de bactérias e vírus, podem ser encontradas em cozinhas, lavanderias e almoxarifados.
  • Roedores: podem entrar por pequenas aberturas e causar danos estruturais e contaminação alimentar.
  • Formigas: atraídas por alimentos, podem infestar equipamentos médicos e utensílios hospitalares.
  • Moscas: transmitem dezenas de doenças e contaminam superfícies hospitalares.
  • Percevejos: embora não transmitam doenças, podem causar incômodo e reações alérgicas em pacientes.

 


Métodos de controle de pragas em hospitais

O controle de pragas em hospitais deve ser realizado de forma estratégica, planejada e segura, priorizando sempre a saúde dos pacientes. As principais abordagens incluem:

Prevenção e boas práticas

  • Manutenção da limpeza: a remoção adequada de lixo e a higienização frequente reduzem os atrativos para pragas.
  • Armazenamento adequado de alimentos: evitar deixar alimentos expostos e utilizar recipientes fechados.
  • Vedamento de entradas: instalar telas e selar frestas em portas, janelas e dutos de ventilação.
  • Controle de umidade: evitar vazamentos e acúmulo de água, pois é um fator de atração para pragas.

Monitoramento contínuo

  • Inspeções regulares: identificar sinais de infestação e pontos críticos.
  • Uso de armadilhas: dispositivos para capturar insetos e roedores de forma segura e monitorada.

Controle químico e biológico

  • Inseticidas controlados: produtos de baixa toxicidade, aplicados de forma segura e em áreas específicas.
  • Controle biológico: utiliza predadores naturais para reduzir a população de pragas sem prejudicar a saúde humana.

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